Ainda falta muito?

uem pesquisa a trajetória feminina se surpreende com todas as dificuldades e preconceitos que elas viveram. E mesmo nos tempos mais sombrios, haviam aquelas mulheres que se destacavam pela sua luta. Simone de Beauvoir e Joana d’Arc são apenas algumas de mulheres que estavam além do seu tempo e foram protagonistas em cenários em que predominava a figura do homem. Elas marcaram a história e se tornaram ícones que até hoje inspiram muitas outras mulheres. Porém, infelizmente elas não receberem todo o apoio e o incentivo necessário para alcançar um novo status e dessa forma influenciar a massa quebrando o paradigma do sistema operante da época.

O mundo evoluiu bastante se comparado as antigas eras. Hoje existem muitas ferramentas que possibilitam alcançar mais pessoas, especialmente as mulheres, principais personagens neste cenário de revolução contínua. O eco emitido pelas guerreiras do passado chega até os nossos dias tocando e mobilizando mais e mais mulheres.

É para comemorar e aplaudir de pé essas conquistas. Mas ainda é de se admirar que em pleno século 21 ainda tropeçamos em culturas machistas. Porém, diferente do passado, o grito das mulheres não poderá silenciado, hoje elas se unem e se apoiam para que ninguém mais a intimidem. A luta não é entre os sexos, é sobre igualdade e respeito.
A principal matéria dessa edição do jornal ‘O Celeiro’, destaca mais uma vez a visão feminina no mercado do agronegócio, que está se abrindo cada vez mais a atuação das mulheres. A mulher mostrou que tem força e garra para conquistar o que quiser. Só resta saber quanto tempo falta para que a sociedade enxergue o poder da mulher.

Por: Priscila Nascimento, Jornalista

*Editorial publicado no jornal "O Celeiro", Edição 1648 de 15 de outubro de 2020.

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