PSD apresenta nomes como pré-candidatos ao Governo

Partido inicia movimentação fazendo reuniões políticas em vários municípios.

As movimentações visando as eleições de 2022 começaram em todo estado e com todos os partidos que querem ter candidatos ao governo de Santa Catarina.

Neste mês de julho o Presidente estadual do PSD (Partido Social Democrático), o deputado Milton Hobus, se manifestou e afirmou que o partido terá candidato ao governo do Estado em 2022. Ele não enxerga outra possibilidade. Para isso, os pessedistas têm três nomes: o ex-prefeito de Chapecó, João Rodrigues, o ex-prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes, e o ex-governador Raimundo Colombo.

O objetivo do pré-candidato e do partido é construir um debate sobre o cenário atual e os projetos do PSD para os próximos anos.

Os encontros tomam todos os cuidados sanitários contra a propagação da Covid-19.
Hobus fala em “projeto para o Estado”, com a definição em 2022. Há conversas em andamento com outros partidos. Um deles é o DEM, de Gean Loureiro.

O PSD, aliás, deve ter uma mudança grande na bancada dos deputados estaduais da Alesc. Sem Kennedy Nunes, que vai para o PTB, os pessedistas também não terão na tentativa de reeleição Milton Hobus e Marlene Fengler, que deve concorrer à Câmara Federal, Júlio Garcia, assim como Jean Khullmann, primeiro suplente. Ismael Santos ainda não definiram se serão candidatos em 2022.

Encontro na Serra

Na última semana, o ex-governador Raimundo Colombo participou de um encontro com lideranças do PSD da Serra Catarinense, em Lages. Colombo também cumpriu agenda no Meio-Oeste, com reuniões em Campos Novos, Videira e Fraiburgo e lideranças regionais.
Nas conversas, destacou ações de sua gestão no Governo do Estado para promover o agronegócio catarinense, como a abertura de mercados internacionais para a carne suína e a redução de impostos para a produção de maçã e falou sobre política. “Meu propósito é fazer política por missão, não por ambição”, afirmou.

Colombo também voltou a defender o papel do PSD como oposição ao atual Governo do Estado. “Quero discutir a mensagem, mas sempre respeitando o mensageiro. O radicalismo é um erro na política, mas ou temos um projeto político ou estamos no governo”.

O ex-governador ressaltou também a importância de atrair novos nomes e os jovens para a política. “Os partidos políticos no Brasil são uma máquina eleitoral, existem quando tem eleições. Precisamos fazer mais, precisamos ter mais, precisamos que os partidos sejam uma base intelectual da sociedade”.

*Reportagem publicada no jornal “O Celeiro”, Edição 1685 de 25 de Julho de 2021.

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