Coleta seletiva, reciclagem, fim dos lixões, aterros licenciados e reutilização dos dejetos orgânicos. É uma gama de responsabilidades que devem ser assumidas pelas administrações municipais, mas também pela população, sob pena de incorrer em fracasso.
Às administrações compete a gestão e à população, o compromisso de promover também em suas casas, empresas e indústrias, a separação seletiva do lixo ou a destinação correta dos materiais utilizados que serão descartados. Sem esse compromisso coletivo, não há como promover uma gestão sustentável dos resíduos sólidos.
Nesta edição, o Jornal O Celeiro traz novamente reportagem reforçando a necessidade para a sensibilização da população e do planejamento da gestão pública municipal quanto ao destino correto do lixo. Ações isoladas de alguns moradores, entidades e empresas do ramo já acontecem em Campos Novos, mas é preciso uma solução efetiva e definitiva, que deve partir da administração pública.
Mais que preservar o meio ambiente, o destino correto do lixo também é uma questão social. Afinal, promover meios para a preservação dos recursos naturais é promover a qualidade de vida. Uma administração que estuda suas ações a longo prazo, leva em consideração o bem estar da coletividade.
O acúmulo de lixo é um fenômeno exclusivo das sociedades humanas. Nosso modo de vida produz, diariamente, uma quantidade e variedade de lixo incalculáveis, ocasionando a poluição do solo, das águas e do ar, além de provocar a proliferação de vetores de doenças. Hábitos podem ser mudados. Comece agora em sua casa a promover a separação seletiva do lixo.
Por Antonia Claudete Martins.
