
O novo modelo é uma instrução do Ministério Público e do Serviço de Infra Estrutura, Saneamento e Abastecimento de Água Municipal (SISAM). Várias cidades do estado já aderiram a este formato de cobrança, agora o Samae de Campos Novos tenta implantar o projeto na cidade. O modelo de cobrança vigente segue o padrão de taxa mínima, equivalente a 10 mil metros cúbicos de água, ou seja, mesmo que o consumidor utilize apenas 5 ou 6 mil litros ele terá que pagar pelos 10 mil litros.
A nova tarifa irá beneficiar até mesmo o comércio local. Os donos de comércio muitas vezes reclamam e se perguntam por que o valor é diferenciado. O diretor do Samae, Alexandre Kunen, informa que a Agência Reguladora é que prevê essa diferença. “Esse questionamento é normal por parte dos comerciantes. Porém a Agência Reguladora orienta que o comércio é uma entidade com fins lucrativos e em todo lugar a tarifa é realmente diferenciada. Se o projeto da TBO for aprovado será benéfico para o comércio, pois a maioria consome menos de 10m³/mês de água”, esclarece. A redução da arrecadação em função da TBO não implicará em mudanças nos serviços da Samae. Os tratamentos pelo qual a água passa será o mesmo e que a água de Campos Novos continuará com a mesma qualidade de sempre.
*Reportagem publicada no jornal “O Celeiro”, Edição 1546 de 13 de Setembro de 2018.
