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‘A palavra convence, o exemplo arrasta’

Mulheres fortes podem e fazem o que desejam. Elas sonham, trabalham e buscam suas oportunidades. Elas não se escondem atrás de desculpas ou se vitimizam, elas vão a luta. Por que elas fazem tudo isso? Porque acreditam em seu potencial. A motivação não é o conflito de gênero ou a demonstração da superioridade. Elas se desafiam e querem ser melhores a cada dia. Elas não se comparam a ninguém, elas se comparam apenas com quem elas foram ontem, e comemoram cada progresso.

Discursos inflamados, cheios de ódio e vazio, não convencem a mulher que sabe seu lugar e sabe aonde quer chegar. Não há perda de tempo com reclamações sobre a injustiça no mundo. O legado deixado por mulheres fortes é de que as verdadeiras mudanças só acontecem quando saímos do discurso e vamos para a ação. A corrente de mulheres fortes vem crescendo pouco a pouco.

O sistema do agronegócio por anos vem sendo representado por homens trabalhadores que movimentaram este setor que só cresce. Esposas, filhas, netas e toda a classe feminina, olhou com carinho para este setor e acreditou que também poderia se sair bem na atividade. Sem perder sua essência feminina, elas adentram a porteira e mostram que sabem fazer o negócio funcionar. Pelo exemplo prático, mulheres tem mobilizado outras mulheres a entrar em cena e se tornarem atrizes principais do agronegócio.

Mulher e jovem, a camponovense Lais Pegoraro, não só convence, como arrasta com seu exemplo de mulher e de produtora rural. Amante do trabalho, ela tem certeza que esta corrente pode influenciar e fomentar a potencialidade feminina frente a grandes conquistas.

Por: Priscila Nascimento, Jornalista

*Editorial publicado no Jornal O Celeiro, Edição 1721 de 24 de março de 2022.

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