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Não cruze os braços

Todo esforço um dia será recompensado. O trabalho árduo é motivo de grande orgulho. Grandes riquezas nunca foram construídas sem empenho e dedicação. Mesmo os herdeiros de grandes fortunas precisaram trabalhar para perpetuar e até multiplicar os bens que receberam.

Quantas pessoas tem uma lista de desejos no fundo da gaveta, mas permanecem imóveis esperando tudo cair do céu? Acostumados a ter tudo sem nenhum esforço, fiquem de braços cruzados vendo a vida passar. Sábios foram os que aprenderam com os mais experientes e provaram que poucas coisas são mais recompensadoras do que colher os bons frutos de uma semeadura consciente.

Trabalhar é uma das grandes heranças que os pais podem deixar para os filhos e deve ser algo ensinado desde cedo. Não estamos falando de exploração de crianças ou da perda da infância, mas de uma orientação voltada a responsabilidade e ao compromisso em conquistar algo com o ‘próprio suor’. A sensação de alcançar um objetivo de forma autônoma é magnifica.

A zona de conforto é cômoda e atraente, contudo, não gera um saldo positivo. Trouxemos este tema a tona, por observar os resultados impressionantes apresentados por alguns jovens empreendedores. Campos Novos está repleta de jovens que desde cedo aprenderam a acordar cedo em busca de seus projetos de vida. Por exemplo, o advogado e empreendedor Pedro Fontoura compartilhou o relato de sucesso de sua empresa. Casos como esse e outros mais são motivo de orgulho, pois refletem um espirito disposto.

Os adolescentes de hoje precisam de referências para que se revistam de uma atitude proativa e corajosa. Que eles aprendam que o trabalho é dignificante quando realizado com propósito, mesmo diante de situações adversas. O frio, a carga horária, as cobranças, o sono podem ser desafiadores, mas o senso de dever cumprido e a certeza de que os resultados virão fazem com que os sacrifícios sejam gloriosos. O jovem que cresce com esse valor está preparado para a vida.

Por: Priscila Nascimento, Jornalista

*Editorial publicado no Jornal ‘O Celeiro’, Edição 1738 de 21 de julho de 2022.

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