É comum ouvir por aí que pessoas que alcançaram o seu sucesso tiveram sorte na vida. Ora, por que é tão difícil reconhecer o êxito do próximo?
Aposto que no seu círculo de amizades ou de convívio, sempre tem aquele que, mesmo perante ao sucesso de outra pessoa, busca encontrar subsídios para diminuir tal feito. Isso não é uma regra, mas tem uma explicação para isso.
Segundo à Bíblia, perante a Deus somos todos iguais, mas na questão comportamental nenhum ser humano é igual ao outro. Vão existir os mais otimistas, os destemidos, os extrovertidos, assim como também existem os acomodados, os pessimistas, os amedrontados e os invejosos.
Para este último grupo é muito mais cômodo questionar o sucesso alheio, do que fazer o mesmo processo que aquela pessoa fez, de se preparar, estudar, arregaçar as mangas e construir o seu sonho.
Nesta Edição temos vários cases de pessoas que não nasceram em “berço de ouro” e que hoje ocupam papel de destaque em suas instituições. Seja no ramo do empreendedorismo ou cooperativo, histórias estas, que são capazes de catapultar os otimistas ou causar um desconforto nos preguiçosos.
Eu faço parte do grupo que aplaude, que reconhece, e acredito que você também compõe esse mesmo bloco. E se você faz parte das pessoas que construíram uma trajetória de sucesso, jamais se envergonhe de mostrar o seu orgulho de ter chegado onde chegou, não significa que você precise ser arrogante, mas continue neste caminho, afinal a fórmula você já conhece: Quanto mais você trabalha, mais sorte tem na vida!
Por: Orli Ricardo, Jornalista
*Editorial publicado no ‘Jornal O Celeiro’, Edição 1740 de 11 de agosto de 2022.

