A imprensa de Campos Novos esteve na tarde desta quarta-feira, 23/11, conversando com a Vereadora Celina Manfroi Cassiano Barros, que deixa a presidência da Câmara para assumiu a nova função de Prefeita interina pelo período de 10 dias (23/11 a 02/12). O prefeito Gilmar Marco Pereira se ausentou do cargo por motivos de saúde. Na Câmara de Vereadores, assumirá como Presidente Interino o Vereador Rui Jorge Tomazzoni.
Confira os principais trechos da entrevista:
Para você, como é este desafio de assumir interinamente a Prefeitura de Campos Novos?
Pela manhã já visitei algumas secretarias, em virtude algumas demandas da Câmara, e amanhã a minha ideia é dialogar com outras secretarias, com o objetivo de que o cronograma das atividades continue normalmente, sem prejudicar o trabalho e o atendimento da comunidade. Vou trabalhar nestes 10 dias com o intuito de fortalecer o vínculo entre o Legislativo e Executivo.
Em relação à votação expressiva que teve, como deseja retribuir neste momento como prefeita?
Eu sempre comento que eu trabalho para todas as pessoas, a partir do momento que você é eleita, você trabalha para a comunidade como um todo, mas é claro que você tem gratidão a todas aquelas pessoas que oportunizaram que você estivesse aqui. Eu sou muito grata a estas pessoas que lá em 2020 optaram por mim e, busco honrar a confiança delas com o meu trabalho.
Como você avalia esta oportunidade de ser a primeira mulher a assumir o Executivo?
Vejo como uma quebra de alguns ciclos que nós tínhamos, isso simboliza a minha luta por igualdade, acredito que exista espaço para homens e mulheres. Entendo que nós mulheres precisamos e devemos estar na política, que a nossa presença melhora os espaços de construção democrática e minha presença no Executivo mostra para as mulheres que é possível. E espero que em 2024 tenhamos muitas mulheres com possibilidade de disputa eleitoral e de eleição.
Com estes 10 dias na função, acende o desejo de se candidatar prefeita no próximo pleito?
Acredito muito na política de respeito, mesmo na política, eu não sou da ideia de passar por cima de ninguém. Eu penso que temos que fazer construções e conversas partidárias, para decidir quem são as pessoas que possuem maior possibilidades, mais preparo para ser candidato, e sobretudo, ouvir a comunidade para saber o que ela deseja.

