Projeto incentiva e transforma a vida de mulheres em Campos Novos.
A arte tem sido uma importante ferramenta de acolhimento, fortalecimento emocional e promoção da qualidade de vida para dezenas de mulheres.
Desde fevereiro deste ano, a Associação Rede Feminina de Combate ao Câncer de Campos Novos e com Coordenação do Instituto Humaniza, desenvolve o projeto “Arte que Cura”, iniciativa que utiliza a arteterapia como instrumento de cuidado, expressão e valorização pessoal.
O projeto oferece oficinas gratuitas de canto coral, culinária e artesanato, proporcionando momentos de aprendizado, convivência e desenvolvimento pessoal para as participantes.
Entre as atividades realizadas está a oficina de canto coral, ministrada pelo professor Alaércio Mecabô. Além dos encontros semanais, o grupo participa de apresentações durante as Missas da Saúde no Santuário de Nossa Senhora Aparecida, levando música, emoção e integração à comunidade.
Outra ação de destaque foi a realização de 40 horas de oficinas de culinária, promovidas na cozinha do Salão Paroquial, ministradas pelo professor Fernando Ávila. As participantes tiveram a oportunidade de aprender novas técnicas gastronômicas, ampliar conhecimentos e fortalecer vínculos por meio da troca de experiências.
O projeto também está com inscrições abertas de artesanato em macramê, atividade que estimula a criatividade, a coordenação motora e o bem-estar emocional, além de possibilitar a descoberta de novas habilidades.
Mais do que oferecer cursos, o “Arte que Cura” busca criar um ambiente de acolhimento e apoio mútuo, contribuindo para o fortalecimento da autoestima e para a promoção da saúde integral das mulheres atendidas pela Rede Feminina.
As atividades seguem até dezembro de 2026, ampliando oportunidades de convivência, aprendizado e transformação por meio da arte.
O projeto é uma realização da Associação Rede Feminina de Combate ao Câncer de Campos Novos com coordenação técnica do Instituto Humaniza, apoio da ENERCAN – Campos Novos Energia SA.
*Reportagem publicada no Jornal O Celeiro, Edição 1934 de 25 de junho de 2026.

