Ir para a direita ou para a esquerda? O que fazer para tomar a decisão mais acertada e encontrar o caminho correto? Estudar, pesquisar, analisar e avaliar seria o mais indicado para buscar a resposta que se deseja. Mas, talvez, pensar seja a saída mais difícil, e seguindo a lei do menor esforço, alguns preferem o caminho mais fácil: seguir o pensamento de um conhecido mesmo sem respaldo nenhum.
Quando o assunto é trivial, a fonte de conhecimento nem importa tanto, mas quando o assunto é importante é inadmissível ir na onda dos outros. Nesta pandemia vimos uma divergência de opiniões sobre tomar ou não a vacina. Qual a sua opinião? Em que se baseou para tomá-la? “Ah, mas o presidente não tomou, o líder da igreja não tomou, o prefeito não tomou…”. É realmente válido esse tipo de argumento? Qual a base que cada uma dessas pessoas levou em consideração para tal decisão? Existe uma infinidade de informações disponíveis, mas afinal, em quem acreditar?
Na matéria de capa do jornal O Celeiro dessa semana o dr. Fabio Dallanora faz uma importante reflexão sobre os avanços da ciência e sua contribuição para o desenvolvimento e descobertas que ajudaram a salvar a humanidade. Antes de dissertar, ele deu um conselho acertado sobre buscar as respostas em fontes confiáveis. Quel tal conversar com o médico que conhece seu histórico para saber o que ele pensa?
Sem politizar o assunto, o jornal o Celeiro acredita que esta é uma decisão pessoal, porém, incentivamos o leitor buscar entender o assunto, pesquisar e avaliar a melhor decisão. Somos seres pensantes, temos condições de buscar informações seguras para decidir com sabedoria o melhor caminho a ser tomado. Seguir a multidão sem base nenhuma só prova o quão despreparados estamos para tomar decisões que vão além de aceitar ou não uma vacina.
Por: Priscila Nascimento, Jornalista
*Editorial publicado no jornal ‘O Celeiro’, Edição 1714 de 03 de fevereiro de 2022.

