Relâmpago – Em julho, dois PLCs foram apresentados na Alesc sobre a incorporação do Iresa – indenização por serviço ativo – ao subsídio dos militares estaduais. Poucos dias depois, foram retirados. Isso porque a proposta é privativa do Executivo. Caberá ao coronel Moisés assumir, ou não, a causa dos militares nos próximos meses.

Sobrou para o PT

Após a saída de Saulo Sperotto (PSDB, de Caçador), e de Orildo Severgnini (MDB, de Major Vieira), a presidência da Federação Catarinense de Municípios (Fecam) caiu no colo do PT. O novo mandatário, Paulo Roberto Weiss, de Rodeio, já iniciou nesta semana a agenda de trabalho em defesa das prefeituras, em meio à crise de Covid-19. Reuniu-se com o governador Moisés e pediu apoio aos prefeitos. “Nesses cinco meses, cada [prefeito] atirou para um lado, medidas que não surtiram reflexo contra o Coronavírus”, disse à coluna, ao assumir. Ainda reclamou da falta de diálogo dos governos estadual e federal.

– “Essa é uma matéria que deveria ter passado pela Casa. Não confio na inocência das pessoas. Todo mundo tem que saber o que está fazendo, faz parte da responsabilidade de assumir um cargo público”, do deputado Sargento Lima, líder do PSL na Alesc, adiantando posição sobre a equiparação salarial dos procuradores, tema do processo de impeachment.