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Poder SC – 031 – Os rumos do MDB

A posse de David Christian Busarello (MDB), ex-vereador de Timbó, como chefe da Defesa Civil estadual foi muito prestigiada pela bancada do emedebista na Alesc. Estiveram na Casa d’Agronômica Jerry Comper – autor da indicação -, Mauro de Nadal – presidente da Alesc -, e Valdir Cobalchini – líder da bancada. Enquanto isso, o diretório do MDB apressa as regras internas para escolha do pré-candidato a governador em 2022. O presidente da sigla, Celso Maldaner, divulgou ofício em que fixa para 15 de agosto a escolha do nome, com votação de todos os filiados. Os emedebistas de fora da Alesc querem marcar a raia para a corrida do ano que vem. Em tempo: Cobalchini é um dos cinco parlamentares que vão julgar o governador Carlos Moisés da Silva no próximo dia 26 de março em relação à compra dos respiradores e outros deslizes da pandemia. Além dele, estão no tribunal Fabiano da Luz (PT), Marcos Vieira (PSDB), Laércio Schuster (PSB), e Zé Milton Scheffer (Progressistas), este último líder de governo.

DESCONFORTO

Nos discursos da Assembleia Legislativa de SC (Alesc) nas últimas semanas cresceu o desconforto com a gestão do governo federal. O Estado, que deu o maior percentual a Jair Bolsonaro, está com as obras das BRs 470 e 163 a passos lentos, fora a condução errática da pandemia pelo presidente. Destaque para as falas de Mauricio Eskudlark (PL), Fernando Krelling (MDB), e Vicente Caropreso (PSDB), que pediram seriedade no processo e mais vacinas. É um dos reflexos da crise provocada pelo aumento de casos e óbitos pela Covid-19.

– É POSSÍVEL entender as críticas a Jair Bolsonaro de outras maneiras. A mais evidente é provocar o desgaste dos bolsonaristas para as eleições de 2022. Em Santa Catarina, Jorginho Mello (PL) tenta ocupar esse espaço e deve sofrer por tabela às pressões da oposição ao governo federal e também da parcela dita centrista.

– O PRESIDENTE Jair Bolsonaro minimizou a anulação das condenações contra o ex-presidente Lula. Disse que é uma decisão a ser avaliada pelo plenário do STF e que o ministro Edson Fachin, que decidiu de forma monocrática, “tem ligação com o PT”. Ele, que venceu o PT em 2018, dá sinais de que gostaria de reviver o confronto, já que cresce no antipetismo.

*Coluna ‘Poder SC’, publicada no jornal ‘O Celeiro’, Edição 1667 de 11 de março de 2021.

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