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Poder SC – 056 – O fiador do partido

Desde as rusgas com o governador Carlos Moisés da Silva em 2019, a tropa bolsonarista na Assembleia Legislativa de SC (Alesc) e na Câmara dos Deputados, a massa falida do PSL, busca um partido para chamar de seu. Por causa da legislação, os parlamentares permanecem na sigla durante esse tempo, mas sem atividade partidária e sem um rumo definitivo. Choveram convites durante esse tempo, mas dois motivos evitavam a tomada de decisão: um deles era aguardar o presidente Jair Bolsonaro e outro, avaliar na mão de quem ficaria o partido. O pé atrás com o comando estadual tem nome e sobrenome: Fábio Schiochet, presidente do PSL catarinense, e que ficou ao lado do presidente nacional, deputado Luciano Bivar (PE), contra Bolsonaro, quando da disputa pelo controle da sigla. Agora, Ana Campagnolo, Jessé Lopes e Felipe Estevão (os três da Alesc) fecharam a questão para ingresso no PTB de Kennedy Nunes (foto). Desta vez, o fiador para que haja unidade interna é o estatuto do partido, que prevê a defesa de temas conservadores nos costumes e liberais na economia. Tanto que Kennedy classificou o PTB como a “casa do conservadorismo”. Não é a “casa do bolsonarismo”, diz, porque os valores estão presentes desde antes de 2018 e ficarão para depois de Jair Bolsonaro.

– PARLAMENTARES federais do PSL, como Daniel Freitas, Caroline De Toni e Coronel Armando, também foram contatados, mas devem esperar a definição partidária de Bolsonaro, que está demorando a sair.

– PODEM haver outros partidos conservadores em Santa Catarina, disse Kennedy, minimizando eventual disputa de espaço com o PL, de Jorginho Mello. Se Bolsonaro indicar, o PTB catarinense vai apoiar Jorginho ao governo em 2022.

– O ESTATUTO do PTB, assinado por Roberto Jefferson, o presidente nacional, defende a posse e o porte de armas, a criminalização da cristofobia, proibição da maconha, “defesa da vida desde a concepção” e uma nova Constituinte.

AS PRÉVIAS DO MDB

Não há dúvidas de que o MDB se arrependeu de organizar prévias para disputa do governo do Estado. Apesar dos encontros regionais, a visão atual é de que o processo não surtiu os efeitos desejados e expôs mais rachaduras do que edificou. Não à toa, Valdir Cobalchini, líder da bancada na Alesc, faz um gesto de afago para Antídio Lunelli, supostamente minimizado no processo. Da mesma forma, trabalha para acabar com as prévias: a saída é um consenso geral, algo sempre desafiador no MDB catarinense.

EDIÇÃO: 055
Jornalista Responsável: Murici Balbinot - Contato: jornalismo@adjorisc.com.br
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