Gestor, sua equipe é engajada, desengajada ou ativamente desengajada? Você sabe qual a diferença entre esses 3 conceitos?
Hoje temos cerca de 14 milhões de desempregados, mas as empresas que levam a sério o processo de contratação, levam até um ano para contratar alguma pessoa embora a média mundial de período de contratação é de 70 dias.
Talvez você esteja pensand: “É, mas na minha empresa…” Você tem pressa em contratar? 38% dos contratantes fizeram contratação errada porque tinham pressa. E além do custo de 14 a 18 vezes o salário do funcionário, uma contratação errada aliada a falta de treinamentos ou de educação interna tem nefastos resultados:
1. Leva o dono da empresa para o operacional;
2. Não favorece o engajamento da equipe;
3. As vendas caem e
4. A qualidade do atendimento é apenas um sonho na cabeça do gestor.
A pessoa não engajada ou ativamente desengajada não é produtiva, impacta na rotatividade, mina os demais, e provoca a perda de clientes.
Para muitos países, aumentar a produtividade dos trabalhadores é uma parte importante para aumentar o crescimento interno. No Brasil, de acordo com um artigo do Financial Times, “a produtividade laboral tem crescido pouco mais que 1% ao ano nos últimos 15 anos, e isso reduz sua competitividade”.
Solucionar esse problema significa investir em educação e treinamento de habilidades – incluindo treinamento de donos de empresas, liderança, empreendedorismo e alfabetização financeira.
Vamos aos conceitos: a pessoa engajada é aquela que pega junto, que faz e obtém resultados, a desengajada, não é contra a empresa, mas não se importa em ter resultados e a pessoa ativamente desengajada, não faz o que precisa, fala mal da empresa e mina os demais.
O estudo de engajamento de funcionários da Gallup em 142 países, traz os seguintes resultados: 27% são engajados, ou altamente produtivos e comprometidos em prover valor para suas empresas e 12% são ativamente desengajados e susceptíveis a espalhar negatividade a respeito de sua organização
DICAS PARA MANTER O ENGAJAMENTO
Selecione perfil e caráter e treine habilidades; Assuma a responsabilidade pela educação: família, escola e universidade não fazem isso; Estimule o intraempreendedorismo; Promova o endomarketing; Estude sobre liderança, mas cuidado, procure quem tem empresa, lidera equipes e tem experiência.
Busque incansavelmente o autoconhecimento. Se você é a pessoa errada na empresa, o desafio de engajar sua equipe é faraônico.
Por: Magna Regina
Coach Empresarial, Empreendedora. Presidente do Instituto Humaniza
Contato: (54) 9977-2062
*Coluna ‘Pessoas & Empresas’, publicada no jornal ‘O Celeiro’, Edição 1698 de 24 de outubro de 2021.


