Mudar, evoluir e melhorar são ações continuas. É um processo que não para, não estagna. Quando há o entendimento desta afirmação, nos negamos a ficar parados, mesmo quando se chega aonde quer. Acostume-se a manter-se em movimento, logo os benéficos serão percebidos. Pense como um atleta competidor que ao conquistar uma medalha continua treinando com o objetivo de alcançar mais premiações.
A matéria de capa do jornal O Celeiro abordou algumas das ações que estão sendo executadas em Vargem nos últimos meses. A reportagem apresenta um excelente exemplo do que foi citado acima. O pequeno município vive um desenvolvimento que começou há alguns e não parou mais. As matérias semanais publicadas neste veículo de comunicação mostram diversas obras executadas no município. “Vargem mudou muito. O município está irreconhecível”, dizem alguns. As primeiras obras de melhoria não eram um sinal de que tudo já estava bom e que por isso não precisava ser feito mais nada, pelo contrário, era o indicativo de mais coisas poderiam ser feitas. Outro exemplo a ser citado é do município de Campos Novos, que evolui continuamente.
Este movimento de desenvolvimento continuo é ainda mais indicado para pessoas. As ações das pessoas geram repercussões positivas no meio em que vivem. Contudo, não é fácil manter-se focado, é muito mais fácil parar no tempo e ser um agente passivo da vida do que ser um ser ativo. É preciso desenvolver uma rotina de excelência para que a evolução seja constante. Ao alcançar um objetivo, após comemorar muito, é importante estabelecer mais metas e viver para conquista-las. Para isso é preciso investir em ações consistentes e conscientes que te proporcione estabelecer uma rotina.
A reflexão não se trata de alcançar bens ou recursos financeiros, mas de alcançar tudo que faz sentido para cada um. Desenvolver habilidades, competência, passar mais tempo com a família, cuidar da saúde, melhorar a autoestima, todos esses são objetivos nobres que podem ser nutridos e alcanças com o fim de nos tornar não pessoas mais ricas, mas de nos tornar pessoas melhores.
Por: Priscila Nascimento, Jornalista
*Editorial publicado no Jornal O Celeiro, Edição 1739 de 28 de julho de 2022.


