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Lá se vão três meses sem picanha

Enquanto estamos acompanhando uma união (quase que sem precedentes) no município de Campos Novos, entre os Poderes Legislativo e Executivo e, sobretudo, dos nove vereadores (oposição e situação), para a execução do projeto do novo Prédio da Câmara Legislativa, o que se vê na esfera Federal é um verdadeiro mau exemplo de governabilidade.

Passados mais de três meses de gestão do Governo Lula, o povo que o elegeu com a esperança de ter à mesa a tão prometida picanha, sequer viu UM PROJETO que viesse a favorecer a população brasileira.

Ao contrário disso, viu os interesses particulares dos partidos que integraram a sua coligação, passar à frente das políticas públicas, que em tese e por direito, deveriam ser a prioridade de qualquer governo.

Diante disso, o povo brasileiro engole a seco a composição de 37 Ministérios, número 60% maior do que no Governo Bolsonaro. Mais grave que isso, só os nomes que compõem estas pastas, além da maioria não ter formação técnica para atuar em tais funções, pelo menos 12 deles enfrentam processos na justiça.

O aumento de salário mínimo prometido durante o período de campanha foi encolhendo, encolhendo e ficou em 18 reais, com esse valor não é possível comprar 1 quilo de mortadela, quem dirá de picanha. Já a gasolina não, essa subiu em torno de 7% com o aumento dos impostos federais, mas ainda não se desespere consumidor, pois este aumento deve continuar acontecendo de forma gradual.

Se o Brasil todo neste momento está preocupado, imagine a nossa região que tem no AGRO a sua principal fonte de economia. Além de ver a inflação subir, do risco país aumentar, o setor do Agronegócio, que recentemente foi chamado de AGRO Fascista por Lula, vem sendo constantemente atacado por Movimentos Sindicais apoiados pelo PT, como, por exemplo, o MST.

Nos últimos meses, foram invadidas 14 propriedades rurais produtivas. Em poucas semanas, o MST e a Frente Nacional de Luta (FNL) realizaram mais invasões e atos vilipendiosos contra propriedades privadas do que nos últimos dois anos do Governo Bolsonaro.

O Ministro do Desenvolvimento Agrário de Lula, por sua vez, não criticou as invasões, se limitando a dizer que o governo tentará “resolver pelo DIÁLOGO” essa escalada.

E como fica a segurança jurídica dos nossos produtores? Qual é a proteção que eles têm do Governo? É justo roubar a paz de quem trabalha e prospera pelo nosso país?

Com o cenário que se apresenta, as projeções para o nosso futuro nos levam a acreditar numa única certeza, que esta semana será muito melhor (ou menos pior) do que as semanas que estão por vir.

Por: Orli Ricardo – Jornalista

*Editorial publicado no Jornal O Celeiro, Edição, 1769 de 09 de março de 2023.

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