Evento foi alusivo ao Agosto Lilás com autoridades no enfrentamento à violência contra a mulher.
A Câmara de Vereadores de Campos Novos, por meio da Procuradoria Especial da Mulher, realizou na última sexta-feira (15), a 3ª Roda de Conversa, reunindo representantes de diferentes áreas que atuam diretamente no enfrentamento à violência contra a mulher.
O encontro teve como eixo central a reflexão sobre “Reconhecer, Romper e Reconstruir”, destacando o papel das instituições no acolhimento e proteção às vítimas.
Participaram como convidadas:
- Raquel Betina Blank – Promotora de Justiça da 1ª Promotoria de Campos Novos;
- Juliana Goulart Ferreira – Promotora de Justiça da 3ª Promotoria de Campos Novos;
- Rafaela Lugon Lucchesi Ramacciotti – Defensora Pública da 1ª Defensoria do Núcleo Regional de Campos Novos;
- Fernanda Gehlen – Delegada responsável pela Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI) de Campos Novos;
- Camila Daros Dalmolin – Soldado da 3ª Companhia da Polícia Militar de Campos Novos;
- Karla Bertelli – Secretária Municipal de Saúde de Campos Novos;
- Leticia Sueny Kato – Coordenadora do Creas de Campos Novos.
Durante a roda de conversa, as convidadas apresentaram informações práticas sobre como identificar os sinais da violência e as formas de denúncia, abordando também os avanços trazidos pela Lei Maria da Penha e por outras legislações voltadas à proteção da mulher. Cada representante destacou o funcionamento de sua área, esclarecendo os serviços disponíveis para as vítimas, desde o primeiro atendimento de urgência até o acompanhamento jurídico, psicológico e social.
As falas reforçaram que a violência contra a mulher não se limita à agressão física, mas também se manifesta em formas psicológicas, patrimoniais, morais e sexuais. O público presente recebeu orientações de como agir diante de situações de risco, a importância de romper o silêncio e de buscar apoio nas instituições.
O Presidente da Câmara e Procurador da Procuradoria Especial da Mulher, Vereador Darcy Rodrigo Pedroso, destacou a relevância do evento: “Precisamos dar visibilidade ao tema, unir forças e mostrar que a mulher não está sozinha. A rede de atendimento está pronta para acolher, orientar e proteger. Reconhecer, romper e reconstruir é um caminho que só se faz com informação, empatia e coragem”, afirmou.
O público marcou presença, demonstrando o engajamento da comunidade na causa. Ao final, o sentimento foi de união e compromisso coletivo com a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e livre da violência.
*Reportabem publicada no Jornal O Celeiro, Edição 1892 de 21 de agosto de 2025.


