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Doenças Crônicas Não Transmissíveis – (DCNT)

Você tem uma vida saudável? Ou tem hábitos de risco que podem ser associados à morte prematura?

São perguntas extremamente essenciais no meu ponto de vista, quando pensamos em viver mais e especialmente com saúde. Nesta semana o médico responsável pela Unidade de Terapia Intensiva de Campos Novos (UTI), Dr. Rodrigo Longuinho ministrou uma palestra para os funcionários do hospital e convidados, falando sobre o tema “Estilo de vida, família e trabalho: para onde estamos indo”. Inclusive parabenizo a direção do hospital por essa iniciativa de pensar no bem estar e qualidade de vida de seus funcionários.

Voltando a questão dos dados abordados, um fato muito importante nos chama atenção, visto que, as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) são consideradas uma epidemia, pois no mundo todo são mais de 17 milhões de pessoas nessa condição. E dados apontam que adultos jovens (de 18 a 34 anos) apresentam 21% mais comportamentos de risco para as doenças crônicas não transmissíveis, que podem causar a perda prematura de jovens.

E quais são as DCNT? Uso abusivo de álcool, tabagismo, refrigerantes, sedentarismo, sono irregular e também a solidão, ou dificuldade que uma pessoa tem de socializar, entre outras. Esses pontos foram abordados pelo médico Rodrigo Longuinho, e mostram que esses hábitos errados podem causar problemas como: a diabetes, doenças do coração, cânceres, doenças respiratórias crônicas e obesidade entre outros.

Então quando chega no final do ano, normalmente todos fazem uma reflexão sobre os projetos de vida, as conquistas e o planejamento para o próximo ano. E cabe uma reflexão de fato: sobre para onde estamos indo? Temos um equilíbrio entre a vida, profissional, espiritual e pessoal?

De fato, queremos viver mais, porém, é preciso dar o primeiro passo. É claro que estou junto com todos que necessitam melhorar os hábitos saudáveis, para ter mais tempo de vida. Os números apresentados são dados reais, com base cientifica e comprovado. Tudo na vida tem causa e efeito. Então temos a oportunidade de fazer o melhor, para mudar esse cenário que é preocupante.

O trabalho de conscientização da população e o acesso aos serviços de prevenção e tratamento adequados também são fundamentais para reverter o quadro e melhorar a saúde de uma comunidade. Podemos melhorar os hábitos com a reeducação alimentar, aumentar o consumo de frutas, verduras e legumes; iniciar o exercício físico e aos poucos mudar nossos hábitos e torna-los saudáveis.

Lembre-se! Sempre pensando em nossa qualidade de vida e nas pessoas que nos amam e querem nossa presença!

Então vamos cuidar da nossa maior riqueza! A nossa saúde!

Por: Anne Arithuza Alves, Jornalista

*Editorial publicado no Jornal O Celeiro, Edição 1809 de 14 de dezembro de 2023.

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