Deputado Lucas Neves, celebra expansão das Escolas Cívico-Militares em SC

O governo de Santa Catarina anunciou a ampliação do número de escolas cívico-militares com a inauguração da Escola Estadual Básica São José, localizada em Herval d’Oeste, totalizando agora 10 unidades seguindo esse modelo.

O Programa Estadual das Escolas Cívico-Militares de Santa Catarina foi estabelecido por meio de decreto, respondendo à necessidade após o Governo Federal encerrar o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim), criado durante a gestão do presidente Jair Bolsonaro.

O deputado Lucas Neves (Podemos) expressou sua satisfação com a notícia, destacando o trabalho em prol da manutenção e expansão desde o início de seu mandato. “Sou um entusiasta do modelo cívico-militar, pois contribui para a formação dos alunos, promovendo valores como ordem e respeito”, afirmou o deputado.

Diante da decisão do presidente Lula de extinguir o órgão do MEC responsável pelo programa, o parlamentar catarinense buscou soluções para mantê-lo ativo no estado. Antes de se reunir com o governador Jorginho Mello (PL), Lucas Neves buscou apoio e engajamento junto ao secretário de Estado da Educação, Aristides Cimadon, e ao Comandante-Geral da Polícia Militar, Aurélio José Pelozato. Com base nessas interações, o deputado elaborou o anteprojeto.

O estado pretende expandir ainda mais o número de escolas cívico-militares nos próximos anos. Atualmente, mais de 5.000 alunos são beneficiados em nove municípios pelas escolas desse modelo em Santa Catarina, incluindo duas unidades na Serra Catarinense, em São Joaquim e Lages.

O projeto das escolas cívico-militares engloba atividades didático-pedagógicas, visando aprimorar o processo de ensino-aprendizagem, respeitando as atribuições exclusivas dos professores conforme estabelecido na Lei de Diretrizes e Bases (LDB). A adesão ao programa é voluntária, e no modelo catarinense, policiais e bombeiros da reserva são contratados para auxiliar na disciplina escolar, enquanto a gestão é conduzida por educadores, com a Secretaria de Educação assumindo a responsabilidade.

*INFO: ASCOM/Alison Francisco

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