IMPOSTOS? O que aumenta a partir de janeiro?

A partir de janeiro de 2026, as principais mudanças tributárias no Brasil são o início da fase de transição da Reforma Tributária e as alterações na tabela do Imposto de Renda. Também houve reajustes em impostos específicos, como os que incidem sobre os combustíveis. 

  • Combustíveis (Gasolina e Diesel): Houve aumento nos impostos que incidem sobre a gasolina e o diesel, tornando-os mais caros para o consumidor.
  • Tributação de Altas Rendas: Para contribuintes com renda anual superior a R$ 600 mil, uma nova tributação gradual, com alíquota máxima de 10% em 2026, entrou em vigor. 
  • O ano de 2026 marca o início da transição para o novo sistema tributário, que unificará impostos sobre o consumo em um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) Dual.

Durante essa fase: 

  • Novos Impostos (IBS e CBS): Empresas passam a destacar a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS, federal) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS, estadual e municipal) nas notas fiscais, mas em caráter de teste e com alíquotas reduzidas/simbólicas (0,9% de CBS e 0,1% de IBS).
  • O sistema atual de PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS continua em vigor paralelamente neste período.
  • Sem Aumento de Carga Imediato: O objetivo desta fase é a adaptação de sistemas e a coleta de dados, sem um aumento efetivo da carga tributária total proveniente dessas mudanças de unificação neste primeiro momento.
  • Tabela do Imposto de Renda (IR) A tabela do Imposto de Renda Pessoa Física também foi ajustada: Isenção Ampliada: A faixa de isenção foi ampliada, isentando quem recebe até R$ 5.000 mensais.

AUMENTOS

Ato do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) em setembro aumentou o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, sobre gasolina, diesel e gás de cozinha.

  • Para a gasolina, haverá uma elevação de R$ 0,10 por litro, para R$ 1,57.
  • Para o diesel, o aumento será de R$ 0,05 por litro, para R$ 1,17.
  • No caso do gás de cozinha, o aumento será de R$ 1,05 por botijão.

De acordo com o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), que reúne os secretários de Fazenda dos estados, o reajuste considera os preços médios mensais dos combustíveis divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no período de fevereiro a agosto de 2025, em comparação ao mesmo período de 2024.

Por ser considerado um preço chave, aumentos de impostos sobre combustíveis tendem a se alastrar por toda economia.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornal Celeiro
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.