Com o maior número de votos conquistado no domingo, Vereador Mancha defende um governo voltado ao ser humano.
Reeleito com 1.546 votos para mais um mandato na Câmara de Vereadores, Adavilson Telles (Mancha), do PP, atribui o resultado das urnas ao reconhecimento da população camponovense ao seu trabalho no legislativo.
“Uma avaliação muito boa, feliz, realmente é o reconhecimento do trabalho dos 7 anos e meio de mandato, em que estivemos sempre presentes, atuando firme, com posição, com atitude, brigando quando necessário. E acho que a população reconheceu o trabalho prestado em todos estes anos e fez valer isso nas urnas. Eu fico muito feliz e satisfeito e agradeço à todos que me receberam em suas casas, nos bairros e nas comunidades do interior do município, às pessoas que me ajudaram e pediram voto pra mim, aqueles que trabalharam nos bastidores, porque eleição não se faz sozinho, se faz em equipe”, comemorou Mancha.
Um novo projeto tem início a partir do resultado das eleições no domingo, avalia ainda o vereador, defendendo uma gestão voltada às pessoas. “Agora vamos iniciar uma nova história, um novo projeto, uma nova forma de gestão, principalmente voltada para as pessoas e acho que este é o anseio e o que nós recebemos das urnas no último domingo. Acreditar no novo, na mudança e em dias melhores, justamente para melhorar a vida dos camponovenses, principalmente aquele usuário que depende do serviço público. Nunca deixamos de admitir que o atual governo fez as suas obras, investiu, principalmente em infraestrutura, mas deixou muito a desejar quando se fala do cidadão. Queremos um governo humano, que coloque as pessoas em primeiro lugar”, defendeu.
Sobre a maioria eleita na Câmara pelo PMDB, Mancha acredita que tem que haver governabilidade e que o novo prefeito saberá conduzir o relacionamento com o legislativo, defendendo sempre a independência do poder.
E conquistando o maior número de votos para o legislativo, Mancha vai buscar sim a presidência da Câmara em 2017, por meio do diálogo com os demais vereadores eleitos.


