Solidariedade é uma palavra que está na moda. Ações de grande repercussão feita por famosos demonstram suas boas ações em prol dos mais carentes. Solidariedade é um sentimento que leva a ação. É reconhecer uma situação difícil e estender a mão na tentativa de ajudar. Algumas personades doam e incentivam a doação para pessoas até mesmo de outros continentes. Há também entidades sem fins lucrativos que realizam campanhas de fraternidade para auxiliar os mais desfavorecidos. A solidariedade é de fato uma qualidade admirável, seja ela aplicada publicamente ou não.
Recentemente o jornal O Celeiro publicou algumas notinhas e matérias com o selo ‘Celeiro Solidário’, como forma de contribuir com a divulgação de casos de pessoas que precisam de ajuda para realizar tratamentos de saúde essenciais. A divulgação mostra a situação e dificuldades enfrentadas por alguns camponovenses e incentiva todos a praticarem um ato de solidariedade por doarem o que estiver em suas possibilidades.
O site Vakinha tem se popularizado, pois através dele é possível fazer uma ‘vaquinha’ via internet. A maioria das campanhas tem um cunho assistencial com objetivo de arrecadar fundos para custeio de alguma necessidade especificada pelo interessado. O dinheiro arrecadado fica atrelado a sua conta dentro do site Vakinha. Essas vaquinhas já ajudaram muitos a realizar cirurgias, a comprar remédios e a manter tratamentos médicos de alto valor.
A condição financeira e a situação da saúde no país são precárias, quem é acometido por problemas de saúde nem sempre tem condições de custear procedimentos recomendados pelos médicos. Há casos tão graves e debilitantes que não é possível esperar pelo atendimento via Sistema Único de Saúde. A solidariedade, mesmo em atos e contribuições pequenas, pode fazer a diferença na vida de alguns.
Essas ferramentas para arrecadação de recursos podem ser bem utilizadas para ajudar a salvar vidas. Mas não custa lembrar aos usuários o bom senso e a boa consciência ao promover uma campanha como estas. A má fé pode criar receio nas pessoas. Portanto, não faça mau uso da solidariedade alheia. Se realmente precisa, peça ajuda, mas jamais se aproveite da boa vontade das pessoas.
Por: Priscila Nascimento
Jornalista
*Editorial publicado no jornal “O Celeiro”, Edição 1577 de 09 de Maio de 2019.







