Se você fosse questionado “qual é a maior riqueza da sua vida?”, o que você responderia?
Neste momento tenho certeza que bens materiais não surgiriam como prioridades, afinal, quando se fala em riqueza denota aquilo que agrega mais valor à sua vida e dificilmente você lembraria da sua casa, do sítio ou do seu veículo preferido.
Partindo deste pressuposto, imagino que algum membro da sua família foi a primeira lembrança que veio em mente. E errado não está! Entretanto, segundo um sábio, a família está entre os três pilares da riqueza do ser humano. Se juntam ao primeiro, a capacidade cognitiva e a liberdade. Faz sentido para você?
Mas onde eu quero chegar com isso? Quero lhe informar que se você tem uma família que o ama, tem capacidade de discernimento e vive em liberdade para ir e vir e tomar as decisões que acredita, você é sim, um sujeito rico de coisas que o dinheiro não compra.
Fato é, que nem sempre sabemos valorizar estas preciosidades que temos em nossas vidas. Muitas vezes ficamos tristes, vivemos se lamentando e olhando para a grama do vizinho. Nos dias atuais, deixamos de usufruir de nossas riquezas para perder tempo num mundo de faz de conta da TV e principalmente das redes sociais. Desperdiçamos tempo e energia com situações que não VALEM a pena, e deixamos de aproveitar o que realmente vale.
A vida é muito curta para ser pequena. Aproveite as coisas simples que não custam dinheiro algum. Abrace, brinque, dance, converse, dê risada, elogie, viva e não só exista! O relógio da vida está correndo, a não ser que você não dê importância para suas riquezas, aí já é outro papo.
Por: Orli Ricardo, Jornalista
*Editorial publicado no Jornal O Celeiro, Edição 1741 de 11 de agosto de 2022.





