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Como está a construção da sua obra?

E quando chegar ao final da sua jornada, como você deseja ser lembrado? Quais são os seus objetivos de vida? O que te inspira a levantar da cama todos os dias, tomar o seu café e seguir para os estudos ou para o trabalho?

Cada um de nós tem a missão de construir a sua própria obra, e como não é possível sermos imortais, podemos ser eternos. Não somos eternos no ponto de vista religioso, mas somos nas obras que deixamos, na família, nas amizades, no trabalho, no grupo de serviços, em nossas atitudes…

Algo que no dia que partirmos, não tenhamos medo de perguntarem porque fizemos o que fizemos.

Muita gente não quer nem saber destas questões, porque querem viver de forma automática, desordenada e inconsequente, para que pensar sobre a obra? E é por sermos seres finitos, uma hora a banca cobra, e assim como plantamos, lá na frente iremos colher. Ação e consequência.

Podemos virar escravos de todas as decisões erradas que tomamos. Em algum momento pode bater o arrependimento? Pode! Mas nem todas as manchas que deixamos em nossas obras são possíveis de apagá-las. Já podem ter causados estrados irreversíveis, muitas vezes por não terem escutado aquela pessoa que quis ajudar, na origem do problema.
Preferem seguir os maus exemplos, as más companhias e aproveitar o agora. Mas, e o amanhã? Quem estará ao seu lado? Quem lhe estenderá a mão e oferecerá o suporte que você precisa?

Há pessoas que pensam que sabem tudo, que não precisam ouvir ninguém, que sempre estão certos e não aceitam dicas de quem está vendo de fora. Isso é um perigo. A área mais perigosa da vida é o incompetente com iniciativa.

E a nossa obra não começa a ser construída na fase adulta, bem pelo contrário, quando somos jovens escrevemos boa parte dos capítulos de nossas vidas. Ali construímos boa base da nossa trajetória e, passamos para a sociedade o que queremos e o que representamos para o mundo.

No editorial da semana passada, trouxemos a discussão de um dilema: fazer o certo ou o que é mais fácil? Se você não teve a oportunidade de ler, busque ter acesso à última edição, porque vale a pena. Portanto, lembre-se, a decisão errada o torna escravo das suas consequências e os erros que cometemos podem nos fazer de refém, roubar a nossa paz e manchar a nossa obra.

Por: Orli Ricardo, Jornalista

*Editorial publicado no Jornal O Celeiro, Edição 1746 de 15 de setembro de 2022.

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