Há mais de 120 anos, o agro prospera com a gente

O Sicredi é reconhecido como uma das instituições que mais fomenta o agronegócio no país.

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 7 milhões de associados no Brasil, nasceu do agro e há mais de 120 anos oferece soluções financeiras que fazem o campo prosperar. Em Santa Catarina, contabiliza mais de 490 mil associados e conta com mais de 200 pontos de atendimento. Reconhecida como uma das instituições que mais fomentam o agronegócio no país, o Sicredi oferece aos agricultores linhas de crédito, seguros, consórcios, investimentos e muito mais.

O Plano Safra 2022/2023, que disponibiliza recursos para o meio do crédito rural aos produtores, encerrou o período com mais de 15,5 mil operações realizadas em Santa Catarina. Em volume concedido, o valor liberado foi de R$ 1,8 bilhão, aumento de 53% em relação ao ciclo anterior. Quanto ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura
Familiar (Pronaf), o financiamento chegou a R$ 630 milhões, ou mais de 35% do total de operações liberadas pelo Sicredi. Esses são dados que confirmam o protagonismo do Sicredi no desenvolvimento das regiões em que está presente.

Com área de atuação no norte do Rio Grande do Sul e oeste de Santa Catarina, a Sicredi Altos da Serra RS/SC se orgulha dos quase 30 mil associados em solo catarinense. Para o gerente da agência Sicredi em Campos Novos/SC, Roges Paulo Perineto, a valorização das
nossas raízes no agro é muito importante. “Temos muito orgulho da origem no campo e mantemos nosso atendimento próximo com este setor, que gera alimento e apoia o desenvolvimento de todo o país. Seguimos apoiando o agronegócio com nossos produtos e serviços, buscando contribuir para construir uma sociedade mais próspera para todos”, afirma Roges.

O Sicredi também fomenta a transformação digital e busca constantemente criar oportunidades de conexão entre associados e as mais novas tendências tecnológicas. Um exemplo disso é a parceria com o AgTechGarage desde 2018 – um dos maiores hubs de inovação da América Latina para o agrobusiness, com o objetivo de ser uma ponte que conecta as necessidades dos produtores associados com as soluções tecnológicas.

Além de apoiar o agricultor no seu dia a dia, a Instituição Financeira Cooperativa também se preocupa com o impacto positivo na sociedade. Exemplo disso é o Relatório de Sustentabilidade 2022, em que o Sicredi apresenta as principais ações e resultados obtidos ao longo do ano com base nas práticas ambientais, sociais e de governança (da sigla ESG
– environmental, social e governance, em inglês). Conforme a publicação, em nível nacional, a instituição destinou R$ 34,2 bilhões em 2022 em linhas de crédito alinhadas à Economia Verde – relacionadas à melhoria do bem-estar das pessoas, à igualdade social e à redução dos riscos ambientais e escassez ecológica. O montante representa um crescimento aproximado de 24% em comparação com 2021.

Entre os destaques dos produtos alinhados à Economia Verde está a liberação de R$ 12,5 bilhões para a Produção Rural Familiar. Também foram concedidos cerca de R$ 8,3 bilhões para a Agricultura de Baixo Carbono e R$ 6,1 bilhões para linhas voltadas à Energia Renovável e Sustentabilidade Ambiental. Vale destacar que o Sicredi utiliza como base a metodologia de taxonomia verde da Febraban, a qual considera critérios setoriais, de linhas e programas de financiamento com benefícios ambientais e sociais, permitindo maior padronização nas mensurações do sistema financeiro nacional.

Inclusão Financeira

O Sicredi divulgou, em junho deste ano, o quarto estudo da série “Benefícios do Cooperativismo de Crédito”, denominado “A Efetividade do Cooperativismo”. Com o objetivo de analisar relevância do atendimento físico para a inclusão financeira, constatou-se que a
presença física segue importante para a inclusão financeira efetiva da população, mesmo no atual contexto de crescente digitalização. O estudo também utilizou os dados do Sistema de Informações de Crédito, gerido pelo Banco Central, e verificou que a inclusão promovida pela atuação das cooperativas de crédito em municípios desassistidos permitiu o acesso a volumes maiores de crédito durante o tempo de associação.

*Reportagem publicada no Caderno Especial Celeiro do Agronegócio 2023 – Edição 3

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Jornal Celeiro
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