Empresário inaugura loja em Campos Novos.
Um envelope verde, lacrado à cera com o icónico brasão DaQuinta, antecipava que a experiência seria única. Não era um convite para uma inauguração, mas para algo muito mais interessante: uma pausa. Uma promessa de um respiro em meio à agitação da rotina.
Essa é a essência dos encontros que a Charcutaria Da Quinta passa a promover mensalmente no seu novo espaço em Campos Novos. A proposta, como nos contaram os anfitriões e proprietários Rafael e Gabriela Brognoli, é cultivar momentos de conexão.
“Mais do que apenas apresentar os produtos ou contar sobre o nosso processo artesanal, a ideia é criar uma ocasião onde possamos nos conectar, conversar e simplesmente desfrutar”, partilha Rafael.
Sobre as mesas, tábuas generosas exibiam as joias da casa. O brilho adocicado do Guanciale, a cor intensa dos chouriços e o perfume rústico dos produtos recém-fatiados criavam uma paisagem de texturas e sabores que convidava à exploração. Cada peça conta uma história de tempo, de cura e de dedicação.
Para que a experiência fosse completa, todo sabor era realçado pelos vinhos da Vinícola Quinta da Neve. A harmonização com os Vinhos Finos de Altitude de São Joaquim, um projeto que tem como sócio o camponovense Fúlvio Brasil Rosar Neto, elevou a degustação a outro patamar, mostrando como a combinação certa pode criar uma nova dimensão de sabor.
Mas o que fundamenta essa explosão de sabores?
A resposta está no respeito pela tradição, materializada no Selo Arte. Esta chancela, mais do que um certificado, é a garantia de que cada produto é feito de forma artesanal, seguindo boas práticas e carregando uma identidade cultural. É o reconhecimento oficial da qualidade que se sente em cada prova, e a Charcutaria Da Quinta ostenta com orgulho seus 18 Selos Arte.
A Charcutaria Da Quinta abre, assim, não apenas as portas de seu empório na Rua Tancredo Neves, 789, mas um convite permanente a quem busca mais do que produtos: busca experiências. Estes encontros mensais são a oportunidade perfeita para redescobrir o prazer de uma boa conversa, de um sabor autêntico e de uma pausa merecida.
*Reportagem publicada no Jornal O Celeiro, Edição 1889 de 31 de julho de 2025.













