Solidariedade não é sentimento, é ação

A solidariedade ganha sentido quando se transforma em atitudes concretas. Mais do que se sensibilizar com a situação de alguém, é preciso buscar formas de contribuir para mudar essa realidade.

O Projeto Fios de Esperança, criado pela empresária Carina Goedert, em Jaraguá do Sul, é um exemplo disso. A iniciativa surgiu após o contato com uma criança que enfrentava a perda capilar e não encontrava uma solução adequada.

A iniciativa também evidencia uma realidade comum a muitos projetos sociais: para continuar, é preciso contar com o apoio de outras pessoas.

A confecção das peças exige materiais, mão de obra especializada e recursos financeiros. Doações de cabelo, contribuições e parcerias ajudam a manter o atendimento e ampliar seu alcance.

Dar visibilidade a esse tipo de trabalho é uma forma de mostrar que existem maneiras concretas de ajudar. Pessoas físicas, empresas e a comunidade podem contribuir de diferentes formas, de acordo com suas possibilidades.

Nem todos podem oferecer os mesmos recursos, mas conhecer essas iniciativas e compartilhar suas necessidades pode aproximá-las de quem tem condições de colaborar. A solidariedade não se resume à intenção de ajudar. Ela se concretiza quando alguém decide fazer a sua parte.

Por: Priscila Nascimento
Jornalista / Jornal O Celeiro

*Editorial publicado no Jornal O Celeiro, Edição 1951 de 22 de Outubro de 2026.

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