Lançada em Campos Novos, em janeiro de 2018 pela APROSESC (Associação dos Produtores de Sementes e Mudas do Estado de Santa Catarina), a campanha “A Força do Campo Nasce da Semente” já está repercutindo em outros estados do Brasil, ganhando apoio de diversas entidades do setor sementeiro.
No dia 26 de janeiro, estiveram na sede da APROSESC em Campos Novos o presidente executivo da ABRASEM (Associação Brasileira de Sementes e Mudas), José Américo Pierre Rodrigues, e o diretor administrativo da APASSUL (Associação dos Produtores e Comerciantes de Sementes e Mudas do Rio Grande do Sul), Antonio Eduardo Loureiro da Silva.

Eles falaram sobre a importância da campanha, os benefícios do uso de semente legal e os prejuízos da pirataria de sementes para a agricultura. O presidente da ABRASEM, José Américo Pierre, afirma que a iniciativa tem que ser apoiada. “Gostaria de parabenizar a APROSESC por essa campanha de educação, informação e combate à pirataria, que é o tema número um hoje dentro do sistema ABRASEM, que dispende um tempo muito grande e valores muito elevados, para tentar coibir um pouco esse mercado informal que tanto prejuízo traz ao agronegócio brasileiro”.
O diretor da APASSUL, Antonio Eduardo Loureiro da Silva, reforçou os benefícios da semente certificada. “Há uma diferença muito significativa entre semente legal certificada e a semente ilegal, que estamos chamando de semente pirata. A semente certificada tem dupla garantia, do responsável técnico e da unidade certificadora ou for semente da categoria S1 ou S2 do próprio Ministério da Agricultura. Então o agricultor tem que ter em mente o seguinte: a semente pirata, ilegal, não tem controle de qualidade, não tem um engenheiro agrônomo que é o responsável técnico por todo o sistema de produção e mais ainda, não tem nenhum padrão de qualidade e pode causar sérios prejuízos ao produtor, é uma semente que pode causar falha na lavoura e menor produtividade”.


