GAECO deflagra terceira fase da operação “Patrola” e prende mais cinco

gaecoTambém estão sendo cumpridos na manhã desta segunda-feira, 09, oito mandados de busca e apreensão e três conduções coercitivas. A nova operação correu em Chapecó, Lages, Tangará e Blumenau.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) deflagrou na manhã desta segunda-feira, 09 de maio, a terceira fase da operação “Patrola”. Foram presas temporariamente cinco pessoas e estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão e três conduções coercitivas. A nova operação correu em Chapecó, Lages, Tangará e Blumenau.

A operação “Patrola” foi desencadeada em fevereiro de 2016 e apura supostos crimes de organização criminosa, fraude em licitações e crimes contra a administração pública, especialmente atos de corrupção ativa e passiva, além de peculato, com a participação direta de servidores públicos da Prefeitura Municipal de Tangará, em conluio com empresários da região oeste e meio-oeste catarinense.

Na primeira fase da operação, foram cumpridos seis mandados de prisão temporária, 11 de busca e apreensão e três de condução coercitiva. Na segunda, foram cumpridos cinco mandados de prisão temporária, 25 de busca e apreensão e três de condução coercitiva em municípios da Serra, Meio-Oeste, Oeste e Extremo Oeste Catarinense.

Como resultado da operação, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) também obteve medida liminar para determinar o afastamento do cargo do Prefeito de Tangará, Euclides Cruz, do Procurador do Município, Vagner Felipe Stihel, e da servidora pública Elisângela Stihel. A liminar também suspendeu seis licitações fraudadas e determinou o bloqueio de R$569 mil de 24 pessoas físicas e jurídicas envolvidas nas fraudes.

Ações criminais

A Operação Patrola também deu origem a duas ações criminais, uma ajuizada contra Euclides Cruz pela Procuradoria-Geral de Justiça, – órgão do MPSC que tem a competência para processar criminalmente os chefes dos executivos municipais – e outra ajuizada pela Promotoria de Justiça de Tangará contra os demais servidores públicos e empresários envolvidos no esquema.

Por que operação “Patrola”

A Operação recebe o nome de “Patrola” por apontar irregularidades nas atividades que envolvem o uso de maquinários pesados de propriedade do poder público.

O GAECO é uma força-tarefa composta pelo Ministério Público de Santa Catarina, Polícias Militar, Civil, Rodoviária Federal e Secretaria Estadual da Fazenda.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornal Celeiro
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.