Dinamizando a economia do Estado e colaborando com as políticas públicas, o cooperativismo tornou-se instrumento de desenvolvimento, integração e inclusão no cenário sócio-econômico catarinense.

De acordo com Luiz Vicente Suzin presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC), o tamanho do setor cooperativista de Santa Catarina é o ideal. “Considerando as características do Estado e um processo de crescimento ordenado, sólido e estruturado na observância dos princípios que o regem há mais de um século, no aspecto econômico há um aumento médio 12% a 20% nos últimos anos, o que coloca o setor em destaque no cenário Estadual. Para 2016 deveremos crescer de 6% a 8%, o que é muito bom se comparado ao quadro geral de recessão que domina a economia brasileira. O número de cooperativas de todos os ramos existentes em Santa Catarinacontinua relativamente estável. O dinamismo do cooperativismo barriga-verde, entretanto, manifesta-se no número de associados (cooperados), que aumenta em torno de 8% a 10% ao ano”, comentou Suzin.
Para o presidente da OCESC, a intercooperação não é palavra vazia e preconiza a parceria, a ação conjunta, o relacionamento institucional, político e comercial entre as cooperativas, prática que leva ao fortalecimento recíproco das cooperativas e, por extensão, do sistema.
Ele reforça que o setor agropecuário responde por aproximadamente 64% do peso econômico das cooperativas no Estado de Santa Catarina, observando que as cooperativas da área de saúde, crédito, infraestrutura e consumo também tem uma representação significativa, as quais, além da considerável contribuição econômica, tem um importante papel na distribuição de renda e apoio social.
Luiz Vicente Suzin citou ainda a contribuição dos ramos do transporte, trabalho,produção, habitacional, mineral, especial e educacional.






