Colegiado de Psicologia da Amplasc e CRP se reúnem em Campos Novos

Ps
Integrantes do Colegiado, psicólogas Ana Paula Machado (Celso Ramos), Gleice Santos (Campos Novos), conselheira do CRP Giuliana Remor e a coordenadora do Colegiado de Psicologia Flavia Darold.

Campos Novos sedia na tarde desta quarta-feira, 03, no auditório da Biblioteca Pública Municipal Luiz Henrique da Silveira, Reunião do Colegiado de Psicologia da Associação dos Municípios do Planalto Sul Catarinense – Amplasc, com a representante do Conselho Regional de Psicologia – CRP, conselheira Giuliana Remor, que também integra o eixo da assistência social na Comissão de Políticas Públicas – CPP.

O encontro discute o papel do psicólogo no Sistema Único de Assistência Social – SUAS. Conforme Guliana Remor, com o advento do atendimento psicológico no SUAS, passou-se a oferecer um novo olhar.

“Quando a psicologia passou a ser parte da equipe do SUAS, trouxe um olhar para a subjetividade dos problemas. O psicólogo ele traz no seu fazer um olhar de subjetividade, o que significa aquela violência, o que significa aquele abandono, não é fazer clínica, nem tratamento dentro do SUAS, mas oferecer todo um olhar junto às demais profissões, para que se garantam os direitos do indivíduo. É uma escuta diferenciada e a nossa análise é importante porque além de apurar o fato e estabelecer a medida socioeducativa a ser cumprida ou abrigamento, também se cuida do indivíduo”, afirmou a conselheira.

O SUAS veio para garantir que o cidadão usufrua dos benefícios na Assistência Social, como um direito.

Nos municípios de abrangência da Associação dos Municípios do Planalto Sul de Santa Catarina, uma das dificuldades e a efetivação do profissional da área de psicologia, afirmou a coordenadora do Colegiado de Psicologia da Amplasc, psicóloga Flavia Darold, que presta serviços em Abdon Batista.

“Essa é uma das nossas dificuldades, a continuidade do trabalho do psicólogo, porque a maioria dos municípios não é por concurso público, é por processo seletivo. Então alguém chega trabalha um ano ou dois, vincula, tem este atendimento com a rede e vai embora, daí chega outro. Os assistentes sociais já avançaram nisso, com uma grande maioria já concursada, mas na área de psicologia nós temos esta dificuldade. É lei ter o concursado, mas ainda é uma luta”, enfatizou a coordenadora.

Para ampliar o debate sobre esta e outras questões, o encontro foi ampliado com convite para os Secretários de Assistência Social, coordenadores dos Creas, Cras e assistentes sociais.

Durante o evento também foi realizada a cerimônia de entrega pelo CRP das carteirinhas para novas psicólogas da região.

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