Impeachment: Senado diverge de rito adotado em SC

Nesta quinta-feira (24) o Senado se manifestou sobre a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) sobre o rito de impeachment dos governadores que corre no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo entendimento da Casa, o rito adotado em Santa Catarina pulou uma etapa do processo.

De acordo com o Senado, Carlos Moisés da Silva e Daniela Reinehr deveriam passar por duas votações no plenário da Assembleia Legislativa de SC (Alesc). A primeira, pela admissibilidade, ou não, da denúncia. Neste caso, os acusados teriam 20 dias para se defender – algo que ainda não aconteceu no rito atual.

Na segunda votação, a Alesc decidiria sobre o mérito da ação. Se a Casa considerasse o governador e a vice culpados, os dois seriam afastados. Após o afastamento, seria formado um tribunal misto que decidiria se cassa, ou não, Moisés e Daniela.

A manifestação do Senado acontece após pedido de diligência por parte da ministra Rosa Weber, que analisa o caso no STF. Dependendo da decisão da ministra, o rito de impeachment catarinense poderia recomeçar desde o princípio.

*INFO: REDE CATARINENSE DE NOTÍCIAS

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornal Celeiro
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.