Após o juramento, as voluntárias foram integradas a casa para participar ativamente em prol da prevenção.
Dedicar parte do seu tempo para fazer o bem a alguém sem pedir nada em troca, esta é uma das definições do termo voluntário. Quem toma essa decisão é porque acredita que suas ações podem contribuir e fazer a diferença na vida de alguém. A Rede Feminina de Combate ao câncer é composta de pessoas voluntárias que desejam contribuir em disseminar o conhecimento sobre a prevenção. Nesta terça-feira (10), a Casa Rosa comemorou o juramento de duas voluntárias: Kátia Antunes Fronza e Rosângela Palavro Freitas. As demais participantes receberam de braços abertos as colegas comprometidas com o voluntariado em prol da prevenção.
Participar de um projeto como este não é um ato emocional, mas uma decisão baseada no comprometimento com a causa. Portanto, antes de firmar um compromisso, as voluntárias da rede assinam um termo de experiência de três meses. Ao fim deste período, as voluntarias passam a assinar o livro de presença. Após um ano de participação ativa, o juramento poderá ser realizado. É um ato solene testemunhado pelas colegas.
Cleusa Perini Burguer, diretora e colaborado da Casa Rosa há anos, comentou com alegria este momento, pois é muito significativo a atuação das mulheres ne entidade casa. A Rede Feminina faz um trabalho importante, voltado não apenas a prevenção, mas também ao acolhimento de mulheres vítimas do câncer de colo de útero e de mama. A troca de vivências e o apoio prestado através de serviços como massagem linfática e a entrega de perucas ajudam os pacientes a recuperar a autoestima e a passar por este momento tão difícil.
“Ficamos contentes quando as novas voluntárias, pois mais pessoas contribuem para o trabalho. Agora são mais duas rosas em nosso jardim para desenvolver a nossa missão que é cuidar e levar informação para as pessoas portadoras de câncer. A decisão delas é motivo para comemorarmos”, declara Cleusa.









