Gilmar Marco Pereira reuniu a imprensa em Coletiva para falar sobre a não aprovação na Câmara relativo a não aprovação do Projeto de Parceria Público Privada (PPP).
“Quero dizer que nós quanto executivos lamentamos muito a não aprovação. Quem perde com isso é a comunidade camponovense. Estávamos desde o mês de maio com o projeto na câmara, uma discussão da nossa gestão e uma fala desde a gestão do ex-prefeito Zancanaro. Deixar claro que para nós esse projeto é salutar para a qualidade de vida das pessoas, para a segurança das pessoas e para a economicidade, princípios básicos da Gestão Pública”.
Marco comentou que acredita que a rejeição foi efetuada por fatores políticos. “Nós acatamos os ajustes sugeridos pelos vereadores de forma respeitosa, e agora recebemos a negativa no passo que íamos dar sequencia. Nós tínhamos o objetivo de construir junto a Câmara e as entidades juntos o edital, dar transparência e estou chateado com isso. Decepcionante vereadores que tem essa forma de ‘POLITICAGEM’, fazer isso ontem”.
O prefeito destacou que houve conversa e ajustes: “Conversamos em todos os momentos com os vereadores, houve duas Audiências Públicas, e alguns deles nem nessas estiveram e isso demonstra a falta de interesse. Apresentamos propostas, discutimos e vemos um grupo de pessoas interessado na maldade”.
Perguntado sobre desmembrar o projeto o prefeito destacou que o interesse não era ‘vender Campos Novos’. “O projeto de Parceria Pública Privada – PPP, tinha o objetivo de fazer uma concessão de uma empresa para construir o edital juntos para os serviços de iluminação pública, internet nos prédios públicos, câmeras de monitoramento, wi-fi público, instalação de usina solar e fornecimento de energia para os prédios públicos. Me admira vereador que é membro da segurança pública, ter votado contra 70 câmeras de segurança”
Sobre o Projeto
A proposta chamada de Cidade Inteligente tinha previsão contratual de R$ 111 milhões em 25 anos, ou R$ 377 mil mensais, aproximadamente.
A matéria pedia autorização da Câmara para regulamentar em Campos Novos as parcerias entre o poder público e a iniciativa privada, concedendo os serviços públicos, para empresas ou consórcios.
A prefeitura argumentou que os serviços hoje, custam R$ 420 mil para os cofres públicos, que seriam reduzidos para R$ 377 mil num primeiro momento.
- Celina Manfroi – PSD
- Mochila -PP
- Jair Varela- PSD
- Dirceu Bevilaqua -MDB
- Darcy Rodrigo Pedroso- MDB
- Tadeu Guzatti- MDB
- Rogério Cordeiro-PL
- Marciano Dalmolin- PSD
A REPORTAGEM COMPLETA VOCÊ CONFERE NA EDIÇÃO IMPRESSA DO JORNAL O CELEIRO DA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA (17).






