Campos Novos, completa neste ano de 2026, 145 anos de emancipação político-administrativa, um município, conhecido estadualmente, regionalmente e nacionalmente como ‘Celeiro Catarinense’.
O título é referido por ser um grande polo agrícola e de produção de grãos em Santa Catarina, com forte economia baseada na agricultura (milho, soja, aveia) e pecuária, mas também por ser o maior produtor de cereais do Estado de Santa Catarina, destacando-se nos cultivos de milho, soja, trigo e feijão.
Campos Novos, também tem Turismo e Cultura, mas como já comentei aqui em Editoriais anteriores, precisa-se nestas áreas a ampliação de investimentos.
ESTRUTURAÇÃO, ORGANIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO, são pontos principais. Temos sim muitas belezas inexploradas, potenciais desconhecidos, e exemplos a serem replicados e desenvolvidos.
Precisa-se começar, urgentemente, um resgate, da QUALIDADE da nossa Cultura, Turismo e Desenvolvimento.
Precisamos, olhar mais para ‘dentro de nós’, cultivar sim nossa cultura positiva como o Tradicionalismo, vindo dos gaúchos, mas também valorizar o que é NOSSO.
Buscar mostrar mais do Tropeirismo, da nossa história, das pessoas importantes, nomes que ajudaram muitas vezes nosso país crescer, e que sim, são filhos de Campos Novos.
Políticos, Empresários, Famílias, pessoas que ajudaram a nossa IDENTIDADE CAMPONOVENSE, a se formar. Precisamos sim, MAPEAR quem é quem nesse quebra-cabeça, e valorizar o que os antepassados fizeram e o que cada um que veio depois fez, por Campos Novos.
Precisamos FOMENTAR o TURISMO do AGRO, dos NEGÓCIOS, do CAMPO, reestruturar as FAZENDAS que recebem visitas, os PONTOS de DESTAQUE.
Campos Novos completa 145 anos, mostrando que sim, tem muita história a ser contada, ser relatada, ser mostrada. Nós do Jornal O Celeiro, realizamos sempre que podemos, esse resgate, registramos e buscamos também, fazer nossa parte, e nossos governantes e nossa população, também precisa fazer sua parte. Novas culturas, novos turismos, novos desenvolvimentos.
Por: Wilhiam Peretti
Diretor do Jornal O Celeiro
*Editorial publicado no Jornal O Celeiro, Edição 1914 de 05 de fevereiro de 2026.


