Administração adota medidas para impedir depósito de lixo no Faedo

Área foi cercada e vice-prefeito diz que o local destinado apenas ao descarte de resíduos de materiais de construção, está sendo fiscalizado.

Área do Loteamento Faedo que é utilizada pela prefeitura para descarte de resíduo tipo “A”, neste caso, restos de materiais de construção, foi cercada pela prefeitura, a fim de impedir o depósito irregular de lixos diversos, como pneus, para-choques de veículos, garrafas pet e garrafas de vidro.

A situação do descarte de lixo irregular no local é um problema que se arrasta desde 2014. Conforme o vice-prefeito Gilmar Marco Pereira, a Administração Municipal, vem desde janeiro deste ano, desenvolvendo ações a fim de coibir essa prática. “A solução do descarte do lixo é um problema social, inclusive grave, não sendo um problema apenas de Campos Novos. Viemos com esta situação deste lixão nesta área de uma forma desordenada, não tinha um isolamento, então a área foi fechada, e, além disso, colocamos placas de proibição das pessoas de jogarem o lixo no local e estamos fiscalizando. É uma problemática que temos na cidade, porque algumas pessoas acabam jogando o seu lixo em qualquer lugar”, afirmou o vice-prefeito.

Gilmar Marco Pereira também ressaltou na oportunidade, a necessidade de haver uma sensibilização por parte da comunidade.  “Esse é o cuidado que a população tem que ter, de não jogar o seu lixo no lixo do vizinho, em terrenos baldios ou em qualquer lugar. Lá no Faedo não é diferente e muitas vezes as pessoas acabavam levando lixo, achando que era um lixão e podia jogar qualquer coisa. Desde janeiro estamos adotando medidas a fim de que aquele espaço seja destinado apenas aos entulhos e restos de construções, lixo que não venha a trazer problemas ambientais. Essa é uma demanda nossa, estamos com a situação quase que totalmente controlada, mas queremos que a população nos ajude. Então deixe seu lixo próximo às suas residências, que os responsáveis vão passar e coletar, a fim de dar o destino correto”, concluiu.

*Reportagem publicada no jornal “O Celeiro”, Edição 1483 de15 de junho de 2017.

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Jornal Celeiro
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