Superintendente da Fundação Cultural Camponovense informa que o objetivo para o ano que se inicia é dobrar o número de crianças participantes dos projetos culturais.
O ano de 2017 para os projetos da Fundação Cultural Camponovense e Biblioteca Municipal apresentou bons resultados, afirma a Superintendente Marli Becker. Com o último ano encerrado com 366 alunos participando dos projetos oferecidos, a intenção para 2018 é dobrar o número de participantes. Este ano o objetivo segundo a responsável pela pasta, é ampliar todos os projetos, com data prevista de inscrições para novos membros a partir de 1º de fevereiro e início das atividades em 19 de fevereiro.

De acordo com Marli Becker, a Fundação Cultural e a Biblioteca estão com novos projetos para serem aplicados em 2018. Entre as ações, a Superintendente cita a aprovação do Ministério da Cultura para criação da Companhia Municipal de Música. “É um projeto muito grande. Vamos criar a Companhia Municipal de Música, onde faremos a aquisição de instrumentos, roupas, enfim, iremos montar uma orquestra com nossos alunos de música. Esse projeto abrange também os grupos que estão nas escolas e bairros através do Programa Novo Mais Educação, onde nossa intenção é ter essa companhia municipal com todos esses projetos”, salienta Marli.
A participação da iniciativa privada nos projetos culturais também foi ressaltada por Marli Becker. “Foram buscadas muitas parcerias para os demais projetos com a iniciativa privada, através de renúncia fiscal, outros projetos são financiados pela prefeitura por meio da contratação de professores que acontece agora no final de janeiro. Esse ano, a fundação irá oferecer além do que já era oferecido no ano passado, aula de canto infantil, piano e danças tradicionalistas gaúchas”.
A novidade para 2018 é que haverá ampliação dos projetos culturais, abrangendo bairros e comunidades da zona rural. Em Dal Pai, Ibicuí e Encruzilhada haverá aulas de música e dança. A princípio as comunidades rurais irão contar com aulas de violão, acordeom e danças. A expectativa de acordo com Marli Becker é também formar novas turmas para algumas atividades, como a dança de rua, que terá a modalidade mirim, além do grupo juvenil que se prepara com três novas coreografias, uma inclusive será para o clip de Simão Wolf, um dos professores da Fundação Cultural. “A iniciativa de expansão para a comunidade rural, foi vista como necessidade, pois apenas quem mora aqui na cidade tinha acesso aos nossos projetos. E como nós percebemos que tanto a música quanto a dança fazem transformações incríveis nas crianças, queremos chegar lá no interior também. A gente vê a vontade deles de participar, porém a distância aqui da cidade, para vir acaba se tornando um empecilho”, explica Marli Becker, informando ainda que outro público a ser atendido é o que frequenta o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, onde a princípio serão oferecidas aulas de teclado.
Além da Companhia Municipal de Música, a intenção da Fundação Cultural é também criar a Companhia Municipal de Teatro, projeto em andamento no Ministério da Cultura e a Companhia Municipal de Dança, que ainda será cadastrado.
*Reportagem publicada no jornal “O Celeiro”, Edição 1512 de 18 de Janeiro de 2018.






