Encontro “Toda criança tem o direito de viver em Família” conclui primeiro ciclo de palestras

Palestrantes dão exemplo em palavras e ação sobre adoção

No último sábado (05) aconteceu no salão paroquial em Campos Novos, o “I Encontro Toda criança tem o direito de viver em Família”, onde foram realizadas duas palestras com os psicólogos Dr. Luiz Schettini Filho, autor de 24 livros, e sua esposa Dra. Suzana Sofia Schettini. As duas palestras fazem parte do projeto que tem como objetivo incentivar a adoção. A terceira e última palestra acontecerá no dia 25 de maio, dia Nacional da Adoção.

O casal de palestrantes, que ministrou sobre o tema “Como criar filhos no sec. XXI” é um exemplo quando o assunto é adoção, eles têm cinco filhos adotivos, e incentivam que outras pessoas tenham a mesma atitude. No entanto eles alertam que adoção não é um ato impulsivo, mas é uma decisão de grande responsabilidade. Apoiadores de grupos de adoção em todo o Brasil, eles viajam com o intuito de orientar quem tem filhos adotivos e os que pretendem adotar.

O presidente do grupo Semeando Amor , Anselmo Silva, relata que “um dos grandes desafios é mudar paradigmas da adoção, mostrar para sociedade que é possível ser pai e mãe de uma criança maior. Em Campos Novos, temos uma grande procura de pretendes a adoção. Para os membros do Grupo estas palestras vieram de encontro ao anseio de todos”.

O grupo “Semeando Amor” esta ansioso para a próxima palestra que será ministrada por Madelaine Gasperini, professora e psicóloga, mãe de três filhos adotivos. O presidente espera que a próxima palestra seja tão especial quanto foi a primeira. “A primeira palestra foi excelente, alcançamos nosso objetivo. Esperamos que a próxima também alcance mais pessoas”, diz.
“As palestras apresentam um conteúdo rico que nos motiva a continuar firmes no nosso projeto, e ter mais compromisso com o tema da adoção que consideramos como um grande ato de amor. O evento nos trouxe mais luz, e que bom poder contar com o apoio dos palestrantes. A partir de agora o próximo passo será nos filiar a Associação Nacional de Grupos de Apoio a Adoção, a ANGAAD, conclui.

*Reportagem publicada no jornal “O Celeiro”, Edição 1528 de 10 de maio de 2018.

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Jornal Celeiro
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