Ações pelo bem

editorial“Fazer o bem sem olhar a quem”! “Fazer o Bem sem Esperar Nada em Troca”!

São ditos populares comuns, mas não tão fáceis de serem colocados em prática. Em Campos Novos, porém, o que se tem visto nas últimas semanas é que realmente é possível sim, fazer o bem, ser solidário e ajudar ao próximo.

Campanhas sociais tem ganhado espaço na mídia local, no comércio, na comunidade em geral. Todos juntos pela mesma causa. A população camponovense tem respondido positivamente e aqui cito outro dito popular bastante conhecido, que faz toda a diferença e se aplica nesta ação conjunta da nossa comunidade: “A União faz a força”!

Foi o que se viu na campanha pela cirurgia do menino Luiz Maurício e o que tem sido comprovado agora com a campanha e a cirurgia de Luiz Eduardo Bazzi, o Dudu, que precisa arrecadar R$ 30 mil, a fim de evitar a cadeira de rodas.

Colocar-se no lugar do outro, e praticar a generosidade em tempos em que a correria da vida por tantas vezes nos afasta do real propósito da vivência humana, que é o amor. Não se trata apenas de ter bons pensamentos, mas sim de realizar boas ações que convertam esses desejos em realidade.

E a ciência já comprovou: os generosos costumam obter mais benefícios e ter acesso a oportunidades. E até o corpo agradece: cientistas do Instituto Nacional do Envelhecimento, nos Estados Unidos, relataram que os pacientes com baixa pontuação em gentileza eram mais propensos a ter espessamento das artérias carótidas, fator de risco importante para ataque cardíaco. Além disso, a equipe documentou que indivíduos com notas altas em afabilidade disseram sentir menos estresse, algo que poderia beneficiar tanto os relacionamentos quanto a saúde.

Doses de gentileza, generosidade, solidariedade e altruísmo curam os males. Sempre existe algo a oferecer e doar.

E continuando com a pesquisa sobre os benefícios de fazer o bem, outra afirmação me chamou a atenção. Alguns estudos revelam que, após a pessoa promover uma atitude solidária, o cérebro libera a substância endorfina, o que acaba provocando a sensação de felicidade. Diz-se que o prazer de quem pratica um ato de solidariedade é sempre maior do que a gratidão de quem o recebe.

A construção do conceito de solidariedade acontece por meio do convívio social, conhecendo as dificuldades e demandas da nossa comunidade. Muitas delas podem ser solucionadas ou minimizadas por meio de ações como estas que tem marcado o dia a dia da população camponovense.

Por Antônia Claudete Martins – Editora Chefe do Jornal O Celeiro

*Editorial publicado no jornal “O Celeiro”, Edição 1453 de 03 de Novembro de 2016.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornal Celeiro
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.